segunda-feira, 31 de agosto de 2015

AFORISMOS SOBRE PICASSO

PICASSO era duro no início.

PICASSO adorava uma espanhola.

PICASSO se manteve ativo até a velhice.

PICASSO foi o primeiro a entrar de cabeça no Cubismo.

PICASSO era bem dotado.

Quem aguentaria uma Ditadura do PICASSO?

Quem não fica de boca aberta ao ver um PICASSO?

Quem consegue segurar um PICASSO?

Quem não baba por um PICASSO?

Um PICASSO não aceita ser pequeno.

Um PICASSO não pode ficar escondido.

Um PICASSO prende a sua atenção.

Um PICASSO causa inveja.

Um PICASSO é conquistador.

Um PICASSO arrasta multidões.

Um PICASSO pode destruir relacionamentos.

Um PICASSO arranca suspiros.

Um PICASSO não sai rápido da memória.

Um PICASSO é sempre marcante.

Um PICASSO é um patrimônio imaterial.

Um PICASSO nunca sai de moda.

Um PICASSO entra em qualquer lugar.

Um PICASSO faz estragos.

Um PICASSO é pura arte.

Um PICASSO é sempre fértil.

Um PICASSO é divino!

Um PICASSO nunca morre!

Ter um PICASSO é uma grande conquista.

O PICASSO tem um lado animal.

O PICASSO vai além do pincel.

O PICASSO é viril.

O PICASSO é um sonho de consumo.

É difícil um PICASSO parar numa mão só. 

NÃO deve ser mole conviver com um PICASSO.

Ninguém duvida do poder de um PICASSO.

Nem todos irão saber o que é um PICASSO.
.
Há aqueles que enchem a boca para falar do PICASSO.

domingo, 7 de junho de 2015

Início de Ano

Aqui em casa antes das aulas começarem era assim, todos estavam intimados na tarefa de encapar meus cadernos. Sair para escolher a capa, um primeiro passo tão difícil... Azul, amarela, vermelha, xadrez, com bolinhas, com animais, com figuras geométricas, etc.; Eu não podia tomar essa decisão sozinha, além disso, queria minha mãe ao lado para me ajudar a levar aqueles tubos de capa enormes que tapavam meu rosto quando os carregava. Mas mal escolhia uma capa, e lembrava que as etiquetas autoadesivas do nome estavam faltando; claro, imagina chegar à escola e confundirem meu caderno, nada de trazer o da amiguinha para casa! Como era fácil perder-me noutra sessão esbarrando em cartelas de figurinhas para colar neles, quer dizer, inicialmente estavam destinadas para esse fim, mas paravam nos meus livros, no estojo, nas minhas roupas ou nos cadernos das outras meninas. Aquelas fadinhas e bonecas coloridas tinham Glitter demais para serem abafadas pela embalagem plástica.

Que afobação tremenda tomava conta na hora da chegada em casa! Corria para o quarto e tirava das sacolas as capas, as etiquetas, o durex, a cola, os cadernos; a mesa da sala não tinha espaço para minha festa. Meu avô saia do quarto sabendo que até o final da noite, ele acabaria com cola nos dedos. Primeiro, era minha mãe que encapava um caderno; (normalmente a escola pedia os de médio porte, eu tratava de querer os de cor verde ou azul) depois, chegava a hora de ter prestado atenção nela e fazer direitinho, às vezes o durex embolava e a capa ficava torta ou sobravam uns espaços horríveis, lá ia refazer tudinho de novo. Pela tarde, meu pai estava na sala, vendo que já crescia um amontoado de capas coloridas pela mesa mal dando para notar que ela ainda existia, vinha sentar ao meu lado com paciência. Ele bem que tentava, mas o forte dele era me ajudar nas conjugações de verbos. Talvez, meu irmão sairia ileso dessas tarefas, caso em algum momento eu não o pedisse para apoiar os braços na mesa enquanto o ventilador estava ligado. Ah, meu avô sabia muito bem do problemão que dava depois da minha saída duma loja dessas; o colo dele na poltrona não iria aguentar tantos embrulhos, por isso algumas vezes já me esperava na sala.

Depois da tarefa cumprida, era hora de admirá-la por uns minutos. Na mesa, podia empilhar e escolher a ordem que quisesse. O caderno de Matemática seria primeiro, de Português seria o segundo, de Estudos-Sociais seria o terceiro... Até eu desfazer toda a pilha e resolver usar outra disposição no momento de colocá-los na mochila. Esta estava aberta, pronta para os cadernos ocuparem seu lugar, viria o estojo em seguida e por último algum biscoito que tivesse comprado no caminho perto da loja. Percorrido o zíper a mochila inteira, restava deitar e aguardar o dia de estreá-los.

Tudo cheirava a novo, inclusive eu; uniforme, cabelo-penteado, meias, tênis preto, mochila, capa nova; formar a fila e beber o chocolate de manhã. Era a hora de sentar na carteira da nova sala, e deixar que a ordem dos cadernos não importasse mais; a professora de Português pedia a primeira lição: ''Uma Redação sobre as Férias''. Logo deixaria escritas as linhas daqueles, e quando a redação estivesse terminada, estariam enfim no seu devido lugar; na pilha com outros tantos cadernos encapados na mesa da Professora.



quinta-feira, 21 de maio de 2015

AFORISMOS SOBRE O CU

CUZÃO: É um homem jovem covarde.

O CU é o responsável por nos mostrar que todo dia somos capazes de fazer uma merda diferente.

O Pau e a Boceta podem ser retirados e postos em qualquer etapa da vida. Mas só o CU é fiel, nasce e morre conosco.

O CU nunca pode ser posto de lado.

Não se coloca no CU... Acento!

O CU e o Assento são inseparáveis!

No olho do CU os cílios são pelos.

Tomar no CU nem sempre dá prazer.

O CU é sinônimo de amor.

Apesar do CU não ficar ereto, ele é reto.

O CU sempre estará sujeito a fazer cagadas.

O CU descarrega ao som da descarga.

O CU é uma ruga eterna.

CUZINHO: É o jeito certo de chamá-lo caso queira comer.

Só o CU é capaz de moldar uma bosta!